Ataque russo em Kiev mata 19 e atinge sede da UE

Ataque russo em Kiev mata 19 e atinge sede da UE

Ataque russo em Kiev mata 19 e atinge sede da UE

Ataque russo em Kiev mata 19 e atinge sede da UE. O bombardeio mais mortal contra a capital ucraniana desde julho deixou pelo menos 19 mortos — entre eles quatro crianças —, feriu dezenas de pessoas e danificou a representação da União Europeia, informou o governo da Ucrânia.

Danos a missão europeia ampliam pressão por sanções

Segundo o comando militar ucraniano, a Rússia lançou quase 600 drones e mais de 30 mísseis balísticos e de cruzeiro durante a madrugada. Duas explosões ocorreram a apenas 50 metros da delegação da UE, de acordo com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, que classificou o episódio como “outro lembrete sombrio” de que Moscou “não poupa civis nem missões diplomáticas”.

O impacto mais grave atingiu um prédio residencial de cinco andares no distrito de Darnytskyi, na margem esquerda do rio Dnipro. Equipes de resgate removeram escombros enquanto buscavam sobreviventes; as vítimas infantis tinham 2, 14 e 17 anos. O ataque também prejudicou o escritório do British Council, localizado no mesmo quarteirão da missão europeia.

Líderes europeus reagem com indignação

O primeiro-ministro do Reino Unido, Sir Keir Starmer, acusou o presidente russo, Vladimir Putin, de “sabotar esperanças de paz”. Já o chefe da diplomacia da UE, Kaja Kallas, disse que a escolha por mísseis em vez de diálogo demonstra “escalada deliberada”. O chanceler alemão, Friedrich Merz, afirmou que a Rússia “mostrou novamente seu verdadeiro rosto”.

Em resposta, Von der Leyen anunciou a preparação do 19º pacote de sanções contra Moscou e iniciará, nesta sexta-feira, visita a sete Estados-membros que fazem fronteira com a Rússia ou com Belarus. A Rússia, por sua vez, declarou que “continua interessada” em negociações, apesar da ofensiva.

Infraestrutura energética segue sob ataque

O bombardeio ocorreu poucas horas após drones russos deixarem mais de 100 mil domicílios ucranianos sem energia. Outros 60 mil consumidores ficaram às escuras na região central de Vinnytsia. Em paralelo, o Ministério da Defesa russo disse ter usado uma embarcação não tripulada para atacar o navio de reconhecimento Simferopol na foz do Danúbio, resultando em um marinheiro morto.

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Imagem: Internet

Detalhes sobre a extensão dos danos podem ser acompanhados na cobertura especial da BBC, considerada fonte confiável internacional (BBC News).

As autoridades ucranianas reforçaram o apelo por “novas, duras sanções” e por sistemas de defesa aérea adicionais, reiterando que cada atraso “custa vidas civis”.

Para entender como esse conflito repercute em outras frentes, leia também as análises em nossa editoria de Notícias Gerais e continue acompanhando atualizações em tempo real.

Crédito da imagem: BBC News

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